A peça, uma comédia do absurdo para todas as idades, fala sobre o tempo, o movimento circular da vida, a velhice e a infância.
Enquanto esperam a visita de seu cuidador, Lelé e Tantã divertem-se alternando humor, memória e lirismo.
Vivem felizes num espaço sem portas nem janelas e hoje prepararam uma surpresa para o Sr. Gagá.



2016 - Contemplado Prêmio Zé Renato
2017 - Ganhador do Prêmio São Paulo de Incentivo ao Teatro Infantil e Jovem de Melhor Cenário
2017 - Ganhador do Prêmio APCA para Marcelo Romagnoli (autor e diretor) e Marisa Bentivegna (cenógrafa e iluminadora)
2017 - Eleito um dos melhores espetáculos do ano pelos jornais Folha de SP e Estado de SP.
2018 - Selecionado para o Circuito Cultural APAA
2018 - Selecionado no Proac Circulação
2022- Selecionado no Edital Sesc Pulsar
FICHA TÉCNICA
Texto e Direção: Marcelo Romagnoli
Elenco: Jackie Obrigon, Guto Togniazzolo e Fausto Franco
Cenário e Luz: Marisa Bentivegna
Trilha Sonora: Morris Picciotto
Figurino: Chris Aizner
Adereços: Ivaldo de Melo
Técnico de Luz e som : Bruno Garcia
Contra- regra: Mauro Félix
Direção de Produção: Jackie Obrigon
Produção Executiva: Corpo Rastreado
Concepção e realização: Cia Bendita
Duração 50 minutos
Classificação Livre

Com direção e dramaturgia de Marcelo Romagnoli, o espetáculo GAGÁ expõe camadas sensíveis a dois universos particulares: a velhice e a infância.
Ambas, um dia, encontram-se, todo mundo sabe ou intui.
Voltar à infância é um dos sentidos da palavra gagá. É também o apelido de quem perde a memória, de quem vira biruta, de quem a velhice dribla a morte.
Mas pode também ser o nome de um palhaço, o diminutivo de um nome próprio. Pode ser uma forma carinhosa de chamar um amante.
O teatro para crianças não precisa – como muitos ainda consideram - assumir a função da escola, nem oferecer suporte para nenhum tipo de matéria curricular.
Sua relevância, e onde reside seu maior poder, é de outra esfera, aquela da educação emocional.
A matemática pode ensinar a divisão, mas nunca a generosidade.
O teatro pode.

